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Opinião

Seguir em frente ...

As eleições terminaram! Oficialmente, Dilma Rousseff é a nova residente do país. Muitos não gostaram, mas a democracia brasileira a elegeu. Entre propostas megalomaníacas (como a construção do trem bala RJ-SP) até teorias da conspiração (implantação do comunismo), o fato é que é ela foi eleita com 56,02% (aproximadamente, 56 milhões de votos). Esses números poderiam ter sido diferentes, se não houvesse tanta abstenção (a maior da história).

O que nos resta é torcer para que ela (ou se fosse ele) faça um bom governo e que, acima de tudo, cumpra as promessas feitas durante a campanha. Para auxiliar a nossa cobrança, retirei do próprio site da nova presidente suas propostas para os próximos quatro anos.

Propostas de governo 2011 – 2014

Programas Sociais

  • Manter e aprofundar a principal marca do governo Lula - seu olhar social -, ampliando programas como o Bolsa Família e implantando novos programas com o propósito de erradicar a miséria na década que se inicia.

Educação de Qualidade

  • Priorizar a qualidade da educação, contemplando medidas como o treinamento e a remuneração de professores; bolsas de estudo e apoio para que os alunos não sejam obrigados a abandonar a escola; e salas de aula informatizadas e com acesso à banda larga.
  • Proteger as crianças e os mais jovens da violência, do assédio das drogas e da imposição do trabalho em detrimento da formação escolar e acadêmica. E, simultaneamente, oferecer aos jovens a oportunidade de começar a vida com segurança, liberdade, trabalho e a perspectiva de realização pessoal.
  • Ampliar e disseminar pelo Brasil a rede de creches, pré-escolas e escolas infantis.

Saúde Para Todos

  • Aprimorar a eficácia do sistema de saúde, garantindo mais recursos para o SUS, reforçando as redes de atenção à saúde e unificando as ações entre os diferentes níveis de governo; dedicando uma atenção ainda maior aos hospitais públicos e conveniados, as novas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), ao SAMU e a programas como o Saúde da Família, o Brasil Sorridente e a Farmácia Popular.

Reforma Urbana

  • Colocar todo o empenho do Governo Federal, junto com estados e municípios, para promover uma profunda reforma urbana, que beneficie prioritariamente as camadas mais desprotegidas da população.
  • Melhorar a habitação e universalizar o saneamento. Implantar transporte seguro, barato e eficiente. E reforçar os programas de segurança pública.

Meio Ambiente

  • Fortalecer a proteção ao meio ambiente, reduzindo o desmatamento e impulsionando a matriz energética mais limpa do mundo; mantendo a vanguarda nacional na produção de biocombustíveis e desenvolvendo nosso potencial hidrelétrico; e cumprindo as metas voluntárias assumidas na Conferência do Clima, haja ou não acordo internacional.

Indústria, Agricultura e Inovação

  • Aprofundar os avanços da política industrial e agrícola, enfatizando a inovação, o aperfeiçoamento dos mecanismos de crédito e o aumento da produtividade.
  • Agregar valor a nossas riquezas naturais e produzir tudo o que pode ser produzido no Brasil.
  • Continuar mostrando ao mundo que é possível compatibilizar o desenvolvimento da agricultura familiar e do agronegócio. Assegurar crédito, assistência técnica e mercado aos pequenos produtores e, ao mesmo tempo, apoiar os grandes produtores, que contribuem decisivamente para o superávit comercial brasileiro.

Transparência

  • Manter a transparência dos gastos públicos e aperfeiçoar seus mecanismos de controle. Combater a corrupção, utilizando todos os mecanismos institucionais.
  • Concretizar, junto com o Congresso, as reformas institucionais que não puderam ser completadas ou foram apenas parcialmente implantadas, como a reforma política e a tributária.
  • Aprofundar a postura soberana do Brasil no mundo, defendendo intransigentemente a paz mundial e uma ordem econômica e política mais justa.
  • Manter o equilíbrio fiscal, o controle da inflação e a política de câmbio flutuante.
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Opinião

Quem é o palhaço?

Terminou a primeira etapa da eleição. Já conhecemos todos os deputados e senadores eleitos. Ainda faltam alguns governadores e o presidente da República.

O que mais chamou a atenção foi a expressiva votação no palhaço Tiririca. Os paulistas o elegeram com mais de um milhão de votos. O caso repercutiu internacionalmente de forma trágica para o país.



O futuro deputado terá de provar que não é analfabeto para ser oficializado no cargo. E, se de fato, ele não for alfabetizado? Terá sido uma pegadinha do Tiririca?

Toda eleição se repete o mesma tema sobre a importância de votar, do ato de cidadania, democracia e aquelas palavras clichês. Com um slogan politicamente incorreto (‘pior do que tá não fica’) o humorista ganhou projeção internacional e seus vídeos políticos viraram febre no youtube. E olha, que ele já tinha deixado bem claro que não sabia o que fazia um deputado.

O que fez com que tantos paulistas votassem nele então? Será que foi um ato de protesto ou burrice? Quem foi o palhaço? As pessoas que o elegeram? Ou o Tiririca que agora saberá todas as mordomias e benefícios que desfrutam um deputado?
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Opinião

O que são R$ 25 milhões?

Lembra daquele bordão do Sílvio Santos: “quem quer dinheiro?”. Parece que o presidente Lula pensa dessa forma. Pena que o dinheiro não será investido em nosso país. Simplesmente, nosso presidente fez uma doação (não foi empréstimo) no valor R$ 25 milhões para a reconstrução de Gaza.

Leia a lei abaixo:

LEI Nº 12.292, DE 20 DE JULHO DE 2010.

Autoriza o Poder Executivo a realizar doação para a reconstrução de Gaza.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1o Fica o Poder Executivo autorizado a doar recursos à Autoridade Nacional Palestina, em apoio à economia palestina para a reconstrução de Gaza, no valor de até R$ 25.000.000,00 (vinte e cinco milhões de reais).

Parágrafo único. A doação será efetivada mediante termo firmado pelo Poder Executivo, por intermédio do Ministério das Relações Exteriores, e correrá à conta de dotações orçamentárias daquela Pasta.

Art. 2o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 20 de julho de 2010; 189o da Independência e 122o da República.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA

Celso Luiz Nunes Amorim

Paulo Bernardo Silva